Endoscopia
A endoscopia é uma ferramenta essencial para a realização de diagnósticos precisos e não invasivos. Na nossa Clínica contamos com equipamentos que permitem examinar diretamente o interior do organismo do seu animal, diagnosticando doenças e condições de forma rápida e eficaz.
Este procedimento é utilizado para avaliar sistemas respiratórios, digestivos e urinários, entre outros, oferecendo uma visualização clara das áreas afetadas, sem a necessidade de cirurgia. A endoscopia permite um diagnóstico preciso, bem como o planeamento do tratamento adequado, com o mínimo desconforto para o seu animal.
Por que somos diferentes?
Compromisso e responsabilidade no cuidado animal
Perguntas Frequentes
É obrigatório vacinar o meu cão/gato?
A única vacina obrigatória (pela lei portuguesa) é a vacina da raiva, em cães. As restantes vacinas, não sendo obrigatórias por lei, são muito importantes para a prevenção de doenças como a leptospirose (que pode ser transmitida ao ser humano), a esgana, a parvovirose, calicivirose, rinotraqueíte felina, panleucopenia, leucemia felina, entre outras. O protocolo vacinal pode e deve ser adaptado ao estilo de vida de cada animal.
O microchip é obrigatório?
Sim, a aplicação de microchip (e registo na plataforma SIAC) é obrigatória para cães e gatos.
Com que frequência devo desparasitar o meu animal?
No geral, todos os animais devem ser desparasitados mensalmente até terem 6 meses e, após este momento, devem ser desparasitados de 3 em 3 meses, até ao resto da vida. Num clima temperado como o português, infelizmente temos pulgas e carraças presentes no ambiente durante todo o ano.
Lamber as patas e coçar os ouvidos pode ser sinal de stress?
Na grande maioria das vezes estes problemas podem ser piorados pelo stress (quando o animal fica sozinho, por exemplo) mas não são causados pelo stress, mas sim por uma causa alérgica, que deve ser diagnosticada e tratada pelo veterinário assistente.
A leishmaniose é importante em Gondomar?
Estudos de prevalência recentes mostram que cerca de 10% de todos os animais em Portugal são seropositivos para a leishmaniose. A zona do grande Porto demonstra prevalências ligeiramente inferiores ao resto do país, mas esta diferença tem diminuído com o passar dos anos devido ao aumento geral da temperatura (aquecimento global), que favorece a presença do mosquito que transmite a leishmaniose. A prevenção ideal para a leishmaniose consiste na vacinação e uso de repelente para o mosquito (em coleira ou pipeta spot-on).
Devo lavar os dentes ao meu animal?
A doença periodontal é a doença inflamatória mais comum em animais de companhia, sendo causa de dor oral, halitose (mau hálito) e muitas vezes dificuldade em comer. A escovagem dentária (desde os 6 meses, pelo menos) ajuda a prevenir o desenvolvimento das doenças. Se já houver tártaro presente, pode ser necessária uma limpeza cirúrgica da boca (destartarização);
Com que idade o meu cachorro pode saír à rua?
Não existe uma resposta certa generalista, pois depende de cada animal e do seu estilo de vida. O animal deve sair de cada e contactar com o meio exterior o mais rápido possível (isto é o ideal em termos comportamentais), mas tentando evitar que apanhe doenças que possam colocar a sua vida em risco (como a parvovirose ou a leptospirose), sendo que o animal fica protegido contra estas doenças apenas a partir dos 4-6 meses, ao terminar o protocolo vacinal. A idade ideal para o seu animal vir à rua estará entre os 3-6 meses, devendo cada caso ser discutido individualmente com o médico veterinário assistente.
Tenho um gato e quero adoptar outro gato, posso fazê-lo?
O comportamento dos gatos é muito especial, sendo particularmente sensíveis a qualquer mudança no seu ambiente (alimentação, ruídos, local da caixa de areia, presença de outros animais, etc). Dependendo do temperamento do seu gato, e da presença/ ausência de doenças relacionadas com o stress (como cistite idiopática estéril ou alopecia psicogénica), pode, ou não, ser aconselhada a adopção de um novo animal. No geral, se se adoptar e para facilitar a convivência, o ideal será sempre que seja um gato jovem, e testado para doenças importantes como o FIV (vírus da imunodeficiência felina) ou o FeLV (vírus da leucemia felina).
Posso mudar a ração do meu animal?
No geral, em animais saudáveis, é sempre possível mudar a ração. Esta mudança deve ser feita de forma gradual, misturando a ração com a ração antiga durante uma/ duas semanas até passar totalmente para a nova. A presença de diarreia/ vómitos pode indicar inadaptação à nova ração e necessidade de manter a anterior. O uso de probióticos antes da transição da ração pode ajudar a que a transição decorra sem problemas.
Quantas vezes posso dar banho ao meu animal?
Em termos gerais, um gato e um cão saudáveis não precisam de tomar banho para manter uma pele saudável. Caso haja doença de pele, o animal esteja sujo ou precise de realizar tosquia, aí pode (e deve) fazer banho. Se dado com um bom champô, o banho pode ser frequente, sem problemas (por exemplo, semanal, sendo comum ter que fazer 2/3 banhos semanais em animais com problemas alérgicos).
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